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quarta-feira, fevereiro 21, 2007



Com aquilo que já li sobre as minhas mais recentes inquilinas, chego a ficar com a consciência pesada.







sexta-feira, fevereiro 16, 2007




"How to kill ants, BIG ANTS"

Foi deste modo que me lancei numa verdadeira guerra contra a invasão destas criaturas nesta casa. Até aqui, tinha levado tudo bastante levemente, esmagava-as assim que as visse, enfiava-as dentro de recipientes com líquidos, evitava de deixar restos de comida pelo balcão, coisas assim. Mas desta feita é a valer.
O pior é que elas atacam de surpresa!
Não são daquelas que marcham em fila indiana para o local dos despojos e regressam para o quartel-generalno sentido inverso, sempre em ordenado desfile. Não. Estas aterram sem mais nem quê vindas do nada, o que me dificulta um ataque mais maciço e eficaz.
Começaram a aparecer naquela altura, por volta do Natal, em que era mais Outono que Inverno setentrional e, desde aí, estabeleceram-se por inteiro e já o termómetro desceu a tiritantes trintas negativos e elas persistem em ficar por cá.
E matá-las?
Como saber quando se matou definitivamente uma formiga? Difícil, muito.
Carrega-se naquele corpo resistente até se ouvir um cric, pronto já está, cabeça apartada do corpo, perna a dar a dar; meia volta dada, já aqueles destroços não ali estão.
Exército organizado este, que até os seus feridos e, julgo eu, mortos, eles carregam de volta à base. E para quê? Ou os comem ou os operam numa sala altamente tecnológica para voltarem ao ataque. Sim, porque para as dezenas de soldados que eu já aniquilei, e a fome que eles devem estar a passar, só mesmo recauchutando as vítimas é que elas ainda podem continuar a sua saga.
Agora imaginemos: Se foi a mudança de temperatura que provocou esta minha pequena calamidade doméstica - passe a antítese despercebida -, quantas outras haverá por aí que não sejam tão visíveis e até mais funestas...
E desta me vou para os aborígenes e a Era Glacial.




Nota: Preferi usar o pó de talco que o bórico e até agora, nem uma sequer!