A conversa enfiou-se na escrita - já não me lembro onde começou -, e, vai dum lado, vai do outro que nem jogadoras de ping-pong, ela desafia-me para um duelo. Escrito.
Trouxe o mote e tudo. Alone in the dark, um pequeno parágrafo de umas duzentas palavras, por aí.
Talvez tenha aparecido imbuído no clima de hoje, em que me lembrei de lhes oferecer algo de especial e diferente, mas ao mesmo tempo nada fora do normal nos dias que correm. Para evitar de ter folhas soltas de contos e desenhos perdidos pelos quatro cantos da casa, aproveitei um dos nicks virtuais da mais velha e montei-lhes a casa. Agora... é só esperar que ela cresça.

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ResponderEliminarCapital J! Recados da Mãe!
ResponderEliminarJá que mostraste esse lado das coisas, deixa-me que te diga que o li com um sorriso.
Cerejas, I presume...
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ResponderEliminar(Muito sinceramente... tinha na ideia de que já te tinha respondido a este comentário!)
ResponderEliminarNahh! É mas é um enorme pomar!
De sorrisos, claro, a brotarem das raízes.
Então mas as ditas não são como as cerejas? :)
ResponderEliminarPara te responder com exactidão, teria que saber quem são as ditas - as palavras? as miúdas?... -, e como é ser-se como as cerejas.
ResponderEliminar:-)
Deixámos a poesia e entrámos no diagnóstico! :)
ResponderEliminarlol... bem visto!
ResponderEliminarMais uma de Dr. Freuda em acção!
;-)
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