Há certas frases que me povoam o limiar do sono; aquela fina linha que só damos por atravessada quando já estamos no fim dela. Nunca sei o que significam e poucas vezes as registo. Desta vez fica aqui.
Ele alimentava um sonho: O de que possuía o segredo de viver.
Morreu esfomeado.

A isso é que eu chamo uma ilusão do caraças :)
ResponderEliminarBeijo.
O lusco-fusco da mente. Quando nos ensinamos maravilhas.
ResponderEliminarBeijo
Dois beijos.
ResponderEliminarÉ muita faísca que fica por ser notada, Monsieur Gasolim.
Isto e ter como animal de estimação uma lindíssima osga, Ana :-)